sexta-feira, julho 31, 2009

Quer saber? Eu conto

Acho que ja deu pra perceber o quanto estou sem assunto ne!!!!
Então vou pedir ajuda aos universitarios (vocês) e fazer um pergunta e resposta. Ja vi isso em outros blogs e parece interessante, pois sempre tem algo que a curiosidade espeta, e as perguntas são super variadas.
So nao garanto saber responder tudo sobre a França, pois as coisas variam bastante de região pra região. Mas tentarei!
Quem não tem costume de comentar tambem pode brincar, ok!!
Beijosss

segunda-feira, julho 27, 2009

A minha maneira

Sabe aqueles "causos" estranhos que ouvimos de gente que saiu pra comprar cigarros e nunca mais voltou??
Então!! Eu sou a versão não fumante do tipo.
Começo a escrever ou responder e-mail, post, comentario em blog, recado em orkut e coisas parecidas, saio pra trocar uma fralda e nunca mais volto.

quinta-feira, julho 16, 2009

Vamos fazer um filme??

Começando por situar o local onde acontecerà a tragédia o filme: imagine uma cidade que existe desde alguns muitos séculos, ruas extremamente estreitas, calçadas de gigantescos 50 centimétros (as vezes nem tão grande), nessas mesmas ruas estreitas e calçadas minimas a circulação acontece nos dois sentidos e com estacionamento em um dos lados.
Gostou??? Não??? Quer mais??
Então imagine as lixeiras na frente de cada casa, e um pouco de chuva, e uma pessoa com hora marcada no oftalmologista a exatos 2 meses (rapido para os padrões locais), um marido que trabalharia o dia inteiro, uma Bebedocinha sem ter onde ficar e eu. Agora ficou bom né!!! Então vamos là. Sabe aqueles lugares desonestos, onde pra ir andando é longe mas pra ir de onibus da mais trabalho ainda, pois é, assim é da minha casa até o consultorio onde eu deveria estar as 15:30. Com o detalhe que o dia estava totalmente nublado, chovendo sem parar.
Primeira regra bàsica da sobrevivencia com bebês e crianças em geral: faça toda e qualquer catastrofe parecer uma grande aventura.
Bebedocinha, vamos viver uma aventura??? (Faça caras e bocas, muitas expressões de que a coisa mais importante do mundo esté pra começar).
Temperatura desonesta, capa do carrinho de bebê desaparecida, Bebedocinha empacotada com a roupinha tipo astronauta, com coberta de lã e gorro adicional, eu com carrinho, bolsa, sacola, casaco, sombrinha e sei la mais o que, uma pausa na chuva e là vamos nos.
A chuva mal esperou que chegassemos até a primeira esquina. Ai realiza uma pessoa empurrando carrinho, segurando sacola, desviando das latas de lixo e correndo.
Eu não nasci de rodas, então eu posso me virar sem a obrigação de ter um carro. Sim, seria mais facil. Mas quem disse que viver é facil.
Chegamos, ela com os olhos arregalados, sorridente, seca, se brincar até com calor. Eu??? Ah, deixa isso pra la.... Na verdade rezando pra Bebedocinha dormir, ou pra oftalmologista nem olhar pra ela, pois estamos na fase em que se algum estranho brinca ela chora com lagrimas e tudo mais.
Depois de 45 minutos de atraso, chega minha vez. Cara (de pau), coragem e meia duzia de palavras decoradas, pra explicar a ela meus sintomas e ai.... fudeu, claro. Pois adivinha qual foi a primeira coisa que a oftalmo fez???? Sim e Bebedocinha se debulhou em lagrimas.
Quando ela percebeu que o choro não iria parar, começou o exame. Bem paciente com toda a situação, comigo e meu sotaque horrivel (pra num falar nos erros), Bebedocinha no meu colo senão ninguém ouvia nada, tentando pegar tudo que estava ao alcançe ou tentando alcançar o que não estava, e uma penca de exame.
Final das contas: oculos e reeducação ocular pois sofro de insuficiencia de convergência (a grosso modo quer dizer que os olhos não estão fazendo o angulo certo... uma especie de estrabismo).
Pelo menos o nome é chique e a "doença" num é tão grave. E todos viveram felizes (com a chapinha destruida, de oculos, fazendo musculação dos olhos) pra sempre.

sábado, julho 11, 2009

Sabado de sol

Ontem minha vizinha abusou da boa vontade alheia e ficou até 00:40 ouvindo thriller na maior altura, cantando e gritando junto. Cada grito que ela dava do lado de là eu me revirava do lado de cà, porque o dificil não é fazer Bebedocinha dormir e sim mante-la dormindo.
Eu entendo perfeitamente que quem canta seus males espanta e tem dias que realmente precisamos fazer isso, mas aqui do lado falta o principal: bom censo.
Ai quem levantou precisando espantar alguma coisa hoje fui eu. E como pessoa evoluida *cof*, nada implicante *cof, cof* fiz uma seleção de meia duzia de musicas, coloquei no repet do mp3 e escangalhei o som no ultimo volume.
Se eu não fosse evoluida a sessão musica começaria as 7 da madrugada, hora que Bebedocinha acordou, mas deixei pras 9, afinal tenho mais de um vizinho. E se eu fosse implicante teria colocado uma musica so pra rolar, mas não, coloquei logo umas 5 pra num chatear.
Logico que na hora de Orishas , Caravan Palace, Beyoncé e Duffy e eu tinha que dar mais uma "suspendida" no som, pois Bebedocinha adora quando dançamos elas e num sou eu quem vou desaponta-la né, mas na hora da musica tranquila eu abaixava, um pouco.

quarta-feira, julho 08, 2009

De novo

Esse post deveria chamar Duas Topeiras, mas pra não ficar uma coisa muito agressiva, deixa assim.
22:30 marido liga:
- Oi Docinha, to te ligando pra contar que aconteceu uma coisa ruim. (Assim, sem oi e com voz de quem estava vendo começar a terceira guerra mundial).
- Que coisa ruim?
- Sabe o Jérome?
- Sei. (Ja pensando: morreu, ta morrendo, ta matando)
- Pois é, ele comprou um carro.
- ...
- Novo.
- ...
- Ai eu sai pra dar uma volta, pra conhecer o motor.
- ...
- E como o motor é novo, eu peguei velocidade e levei uma multa.
- Mas o quê que você tinha que sair com o carro dele, cadê o seu, que moda é essa de conhecer motor de carro dos outros. Perai, você levou multa DE NOVO?
- Pois é, tinhas uns guardas là.
- Là onde?
- No mesmo lugar da outra vez e ainda perdi ponto.
- Bem feito. Tiraram pontos??? Foi cara???
- Credo amorzinha.
- Quando você chegar em casa conversamos.
Chega o marido em casa, com cara de cachorro que caiu da mudança, passa uns 15 minutos o telefone dele toca, era o Jérome:
- Cara, acredita que eu levei uma multa no mesmo lugar que você.
Mimata vai.
A cidade inteira, aliàs, a França inteira està em promoção, e dessa vez eu vou.

terça-feira, junho 30, 2009

Porque tem dias que a gente erra

Até hoje não consegui ler o manual da minha câmera. Se alguém tiver a audàcia de pensar: nossa, que enrolada, ou coisa do tipo eu jogo a praga da dor de barriga.
Ai que eu tava aqui de bobeira e Bebedocinha se escondendo perto do sofà. Peguei a câmera e fui la registrar o momento, mas la estava escuro e eu usando o flash fazia com que ela saisse com os olhos fechados em todas as fotos.
Coloquei a mão na frente e deu nisso aqui.
Desculpa a falta de humildade, mas to me achando!

domingo, junho 28, 2009

Como relaxar se eu não tenho um plano

Tudo que eu gostaria de ouvir agora é relaxa que eu tenho um plano.
Se tem uma das coisas que eu diria que é dificil sobre morar num pais diferente, é não saber o procedimento das coisas. Quando eu engravidei não sabia que tinha que reservar um hospital para dar a luz, com isso fui parar la onde o judas perdeu as meias.
Com a escola foi do mesmo jeito, perdi 6 meses pois deveria ter feito a inscrição antes. E agora a peregrinação esta sendo com a creche pra Bebedocinha.
Procuramos saber, descobrimos que deveriamos fazer uma solicitação e seriamos encaminhados para uma creche o mais perto de casa. A pessoa que nos informou disse que deveriamos participar de uma reunião e la todos os nossos problemas seriam resolvidos.
Foi então que os meus problemas começaram. Pois é claro que não é exatamente assim que deveria ter sido.
Deveriamos ter feito a inscrição em abril (quando ligamos), a tal reunião so serve para que os pais entendam o funciomento das creches, podemos fazer a meleca da inscrição agora, mas todas as vagas ja foram preenchidas.
Oi, alguém me explica porque eu fiquei 3 horas dentro de uma sala fedida e sem ar-condicionado?
O marido questionou, explicou que em abril ninguém nos disse nada sobre fazer a porcaria da inscrição, xingou uma meia duzia de gerações, procurou o responsàvel (como se quem faz merda fica esperando pra ser encontrado né), e o obvio: nada.
Pra num dizer nada, nos deram uma opção, uma babà.
Moço, se eu to procurando uma creche é porque uma babà não faz parte nem dos meus sonhos, quanto mais das minhas possibilidades.
Isso tudo desanima muito, pois existe a possibilidade de surgir alguma vaga... mas decobri que tem 78 crianças na nossa frente, ou seja, meu sentimento de esperança foi reduzido exponencialmente.
Ah num fica assim não, vai dar certo.
Eu sei que as coisas acontecem cada uma em sua hora, mas chega um momento em que seria mais facil se pudessemos apressar o relogio sabe.
Quando engravidei precisei cancelar a matricula do curso de françês, que havia sido pago integralmente, perdemos 20% do valor, que não foi baixo. E so pra deixar a coisa mais danada ainda, fizemos a inscrição (de novo) e compensaram o pagamento exatamente essa semana.
Quando morava no Brasil eu fazia duas faculdades, trabalhava num restaurante nos finais de semana, fazia trabalho de faculdade pra 3 pessoas além dos meus, fazia aula de dança, festejava horrores e ainda conseguia tempo pra dormir. Ou seja, eu preciso voltar a estudar, preciso trabalhar, preciso viver socialmente.
Outra coisa que é muito importante e dominar o idioma. Em situações normais eu me viro bem, consigo conversar e tal. Mas em situações onde realmente é necessario falar bem, eu danço.
Fomos na inhaca da reunião quinta-feira, cheguei em casa de asa quebrada, dormi super mal e tal. No dia seguinte pra acabar de completar a urucubaca, estava na sala de espera do oftalmologista e mexendo no celular (no silencioso, claro), vem uma mumia senhora, me cutucar e dizer que era proibido falar o celular.
A senhora num acha melhor ir procurar um pau pra subir e me deixar quieta?
Eu acho que a senhora devia ir peidar n'àgua pra ver se faz bolinha.
Não, eu não disse nada disse, nem nada parecido, so respondi que sabia e pronto. Mas fiquei la, fritando de raiva de travar bem na hora que mais precisava.
Vi esse video aqui na Rosana e ele explica perfeitamente porque eu não saio falando o que vem na cabeça. Porque afinal eu sou *cof* muito timida.

domingo, junho 21, 2009

As fases

Se a primeira fase é a negação, nego até a morte: EU NÃO ESTOU GORDA!!!! Aqui onde deveria existir uma cintura habitam dois aliens em forma de bola.
Durante a gestação eu so engordei pra frente. Parecia que tinha engolido uma melancia inteira, nem uma grama a mais nem 1 centimetro pra lado nenhum a não ser a barriga. Até fiquei preocupada, comi até perder o juizo pra ver se distribuia o peso, mas nada.
Bebedocinha nasceu e ficou aquele resto de barriga, que se encaregou de automaticamente ocupar todo o espaço abdominal. Durante os primeiros 6 meses, como eu so amamentava comi despreocupadamente. Mesmo porque isso aconteceu durante o inverno, então o unico momento que eu não estava parecendo uma cebola cheia de camadas era quando eu ia tomar banho, hora em que eu aproveitava cada minuto pra esquecer do mundo.
Mas, ai o tempo passa, o tempo de hibernação total vai chegando ao fim e lembrei que existe verão. Entra a segunda fase, a raiva: QUE ODIO, porque eu não fechei a boca no momento em que ela nasceu. Porque eu não vivi a base de folha e fruta??
Infeliz, gorda e muito mal humorada (tem hifen ou não heim?), entro direto na fase da barganha: EU TROCO a janta por um pedaço de bolo de chocolate mas sem a cobertura. Continuo com os dois melões no lugar onde deveria existir uma cintura e nunca mais uso roupa justa e nenhuma outra existente no guarda roupa.
Do nada, chega o verão. Calor, sol, gente na rua, festas, jantares, visitas.... e eu gorda. (gorda não, habitat de alien redondo)
Sem perceber entra na quarta fase, a depressão. CHORA, FAZ GREVE DE FOME DOCE, procura dieta, procura emagrecedor natural, procura exercicio que pode ser feito em casa, é procurada por gente sem coração... coloca a culpa nas roupas que da noite para o dia... cof, encolheram dentro do armàrio.
A quinta fase é a da aceitação. Mas eu não morro fico gorda sem lutar.
  • Comprei o creme para joelhos gordurosos - passo na pança mesmo, afinal quem vai ver meu joelho
  • Fiz (cof, cof, cof) a tal da dieta da sopa - além da sopa comia um monte de outras coisas que não estavam na dieta, mas amamentando, não podia me dar ao luxo de mais que isso.
  • Comprei uma corda e quando a posição da lua està favoràvel eu dou uns pulos.
  • Estou quase conseguindo para de beber refrigerante e so como chocolate de vez em quando.

Eu e os aliens estamos aqui coexistindo. Mas ja não estou tão inchada, consegui reduzir dois quilos e alguns consideravéis centimetros! E haja alface.

segunda-feira, junho 15, 2009

Senta, pega a pipoca, que là vem assunto

Eu comentei uns posts ai abaixo que Bebedocinha seria filha unica. Eu confesso que tenho um pouco de pânico quando vejo muita criança junta, correndo, gritando, caindo, chorando, enfim, fazendo coisas que crianças normais fazem.
Foi um post escrito no calor da coisa, haviamos acabado de sair daquela agitação toda, passamos num shopping pra fazer sei là o que, enquanto o marido dava uma volta com a Bebedocinha eu escrevi meio que pra dar um oi.
Mas foi legal ver as curiosidades dos possiveis motivos que todas vocês colocaram e questionaram, as tentativas de me convencer do contrario e tal.
Parei para analisar um pouco mais a fundo o que me leva a não querer outro bebê de jeito nenhum.
A festa foi tudo de lindo, organizado, a aniversariante é uma fofa. No entanto a mãe, que fez tudo, teve ajuda da cunhada, da vizinha, da amiga e de num sei mais quem.
Pra uma festa a gente consegue. Minha mãe fez festinhas pra mim e minha irmã, sempre e sem ajuda de ninguém, na época que microondas, freezer, bolo por encomenda, pai participativo eram coisas so de rico. Ela passava a madrugada fazendo bolo, enchendo balão, arrumando casa, cuidando de nos e no dia seguinte tudo dava certo.
Eu rebolei aqui no natal, Bebedocinha num daqueles dias que so queria colo, marido doente so espirrando de longe e eu na luta, no fim deu tudo certo. No entanto, eu não tenho uma gota de ajuda aqui. Num digo pra fazer festa, mas digo pro dia a dia.
Quem lê o blog a mais tempo sabe que minha gestação foi complicada, depois do quinto mês foi praticamente de repouso, internações, acompanhamento a domicilio, nem podia tomar banho demorado pra evitar de ficar muito tempo em pé.
Eu não tenho amigos aqui, os vizinhos são so pro "bom dia", a familia do marido nunca ofereceu pra vir lavar uma colher. Teve um dia que passamos na casa dos sogros depois de um pré-natal, eles moram no 4° andar e eu fiquei esperando no carro. Depois fiquei sabendo que a sogra disse que eu não ia là porque era fresca.
Poucos dias depois que Bebedocinha nasceu eles vieram almoçar aqui. A sogra passou o dia todo sentada, gritando com os netos e dando palpite furado. Minha mãe estava aqui, mas e ai, e depois. Bebedocinha também é neta dela.
Bebedocinha tem tio que nunca nem pegou ela no colo, mora a 10 minutos daqui e deve ter visto ela umas 3 vezes.
Outro dia vimos uma mulher com um bebê ali pelos seu 1 aninho e um recém nascido. Bem vestida, corpo "no lugar", sem olheiras, cabelo arrumado. O marido (louco pra povoar a terra) diz: olha là, se ela dà conta você também consegue.
Mas aqui a maioria da a formula de leite, se não da durante o dia, da a noite. O que pra mim que tive leite não é uma opção. Ter um bebê pra no quarto mês levar pra creche... sei la, posso estar errada e parecer inflexivel da cabeça pequena, mas não faz parte das minhas opções também.
Dar conta do rojão, eu dou. Mas meu medo é: se a proxima gestação for tão dificil como a primeira? Se minha mãe não puder vir ajudar quando o bebê nascer? Se eu (mesmo hoje) adoeço?
Outra coisa que eu acho importante é não ter idades muito distantes. Eu e minha irmã temos 6 anos de diferença, o que aparentemente não é muito, mas ja é o suficiente para pelo menor por enquanto nos fazer ter interesses bem contràrios.
Entra também a questão economica e profissional. Eu preciso voltar a estudar, dominar o idioma em todas as suas formas, terminar (ou recomeçar) a faculdade, trabalhar...
Dizem que a gente esqueçe tudo, mas por enquanto a amnésia ainda não chegou por aqui. Me recordo de cada detalhe dos seculos de enjoos matinais, tardinais, noturnais, madrugadais, dos 2 meses de contrações (falsas, mas que doem como as originais), de quando Bebedocinha era so uma recém-nascida-assassina-de-seios e das tantas coisas que rolaram meio a isso tudo.
Não quero com isso desanimar ninguém. Eu olho pra Bebedocinha e me sinto tão feliz que com certeza outro bebê seria felicidade em dobro, mas por enquanto vou olhar sò pra ela.

terça-feira, junho 09, 2009

Mais fotos

Eu não tirei nem um décimo da quantidade de fotos que eu normalmente tiro quando viajo, pois saimos pouco dessa vez.
Não faço muito o tipo mulher maravilha, alias eu admito que com um bebê eu sou é bem medrosa. Evitei bastante sair a noite ou ficar até tarde na rua, os dias que estava ventando muito ou muito quente eu também preferia ficar em casa. Eu sei que nada ia acontecer, mas meu receio é um pouco maior. Lògico que nas pròximas viagens Bebedocinha estarà maior e com certeza seràmais fàcil, ou não.
Cave de Calen - Não fizemos a visita na cave pois da outra vez fizemos e é mais ou menos tudo igual. Mas como tinhamos umas encomendas de vinho do porto, pude experimentar. Que delicia de vinho!!!! Detalhe foi a Bebedocinha sendo a sensação.
Pra mim esse é o lugar mais gostoso de passear.
Essa sequência abaixo é legal, pois Bebedocinha ficou com medo da grama, ou sentiu-se solitària, sei la, mas a carinha dela de sofrimento ficou muito fofa (mãe sàdica mode on).
Escondidas debaixo do guarda-sol, pois havia uma mistura de sol muito quente com vento forte. Bebedocinha tinha areia até dentro do ouvido.
Para uma primeira viagem dessa mãe de primeira viagem (detesto essa expressão), foi tudo em paz, muito tranquilo. Muita mala, uns micos na hora de preparar a comida da Bebedocinha, pois ela não come as papinhas de vidro. Tive que sair correndo de restaurante vàrias vezes, pois compravamos e ela não come nem uma misera colherzinha.
Ai comprei umas papinhas, joguei fora, fiz e coloquei no vidro e esqueci de rezar, ou de fazer promessa, ou despacho, [insira seu segredo de sucesso], quando chegou a noite tava tudo azedo.
Eu jà havia usado quase toda a verdura, o dia seguinte era domingo, e aqui supermercado dia de domingo num abre. Apos o milagre da multiplicação consegui fazer mais um pouco de comida, reesterelizei (essa palavre existe?) os vidros e depois da comida pronta coloquei dentro da panela com àgua fervente. Deixei la por sei la quantas horas minutos, esperei esfriar là dentro e fiz a promessa, oração, simpatia, despacho... No dia seguinte a comida estava là, bonitinha. O que me garantiu comida para a estrada e para mais três dias.
La eu fazia a cada dois dias, mas engraçado é que até o cheiro fica diferente. O marido que sempre fez careta pras papinhas da Bebedocinha ficou tentado a experimentar.
Precisei ter muito jogo de cintura com toda a familia, pois toda hora alguem queria dar alguma coisinha pra ela comer. No começo eu deixava pois não acho que faça mal, no entanto se deixar eles dão de tudo.
Fazendo um balanço vejo que não fizemos praticamente nada. Mas foi bom pra descansar.
Bebedocinha e as primas. Pegavam, faziam carinho o tempo todo, queriam levar pra brincar no quintal, dar banho, comida, fruta com chantilly, trocar a fralda, enfim, brincar de boneca com a Bebedocinha!