quarta-feira, outubro 29, 2008
Meme 3×4
Um pouquinho daqui
Eu criei esse blog com a intenção de registrar meu dia a dia, mas quero também registrar as diferenças, que não são poucas.
Aqui existe uma imensa variedade de arroz. Sim, japonês, chinês, tailandês, irlandês, ucraniano esses dois ultimos não, mas ilustra a quantidade. Existe também a subvariedade dentro de cada nacionalidade. Dai que pra encontrar um que seja “comivel” eu precisei de quase 1 ano.
Mas encontrei. Arroz tabajara maxi plus extra fino qualidade superior da embalagem verde claro (sim, pois se for o da embalagem verde médio num dà certo). Mas não pense que meus problemas se-acabaram-se, caso algo esteja fora do rumo vira angu.
É preciso que àgua, òleo, temperatura do fogo, tipo de panela, modo de colocar a tampa, pressão atmosférica, posição da lua, clima, humor da cozinhante e algumas otras cositas màs estejam devidemante bem conectadas, pois qualquer alteração no posicionamento planetário faz com que passe de arroz a angu num piscar de olhos.
terça-feira, outubro 28, 2008
Ajuda eu
quinta-feira, outubro 23, 2008
Como assim?
** ** ** ** ** ** ** **
Bebedocinha tem 1 mês de vida, eu preciso ou num preciso de terapia?
domingo, outubro 19, 2008
Comemorando
sábado, outubro 18, 2008
Como dizia a vizinha
Eu morava là no interior de Minas, então num preciso dizer é a diversidade de pessoas. Tinha uma vizinha que quando estava nervosa gritava aos quatro ventos que o sistema dela estava nervoso...... Eu rachava o bico de tanto rir... mas descobri o quanto tem lògica a expressão dela.
** ** ** ** ** ** ** ** ** **
Para compreender melhor:
Em relação a movimentos o màximo que ocorre com a Bebedocinha é um leve embalo afim de “relembrà-la” do tempo que vivia na barriga... nada de sacudir, balançar ou coisa do tipo.
Ela mama no peito. E sò. Nada de chàzinho nem aguinha. Nem mamadeira eu tenho....
Na primeira semana todos os barulhos emitidos foram em volume mais baixo, afinal ela vivia num casulo onde tudo chegava com moderação ou nem chegava.
Bebedocinha pode ser definida como uma pequena lady: resmunga quando està com fome e "chora" quando por acaso a fralda està suja, resumindo: a tranquilidade em pessoa.
** ** ** ** ** ** ** ** ** **
Outro dia desses, pouco depois que a Bebedocinha nasceu os meus sogros vieram almoçar aqui. Nosso contato é mìnimo, o relacionamento deles com o marido é bem restrito (pra não dizer inexistente).
Quando chegaram eu estava no quarto amamentando, assim que cheguei na sala tinha o sogro, a sogra, o cunhado agora com teto e seus três filhos, o cunhado style com a filha e a namorada dele com o filho dela. Eu juro que quase voltei correndo de volta pro quarto e tranquei a porta.
A sogra pegou a Bebedocinha e começou a chacoalhar. Ela fazia uma carinha que eu num vi a hora que falei: "a senhora num precisa sacudir ela não, ela é bem calminha".
A sogra vira e responde: "eu criei 5 filhos, 1 vizinho e 4 netos... estão todos vivos, não se preocupe".
Nisso os três filhos do cunhado (didaticamente chamados por mim de Zezinho, Pedrinho e Joaninha) em volta dela, conversando simultameamente. A Joaninha com três anos de idade, achando que a Bebedocinha era uma boneca, querendo apertar a barriga pra ela chorar.... e a sogra repetindo sem parar que era um bebê, que a levaria pra casa e jogaria a Joaninha no lixo ou daria pros ciganos. (Num preciso dizer o efeito que isso surtiu na menina).
A Bebedocinha num demorou nada a começar a chorar num volume até então desconhecido por mim. A sogra me entrega e fala: da uma mamadeira de àgua com açùcar que ela acalma.
Peguei, dei mama, troquei a fralda, dei mama de novo, troquei a fralda de novo, dei banho e nada da Bebedocinha acalmar... ela chorava e chorava e chorava....
No meio desse tempo, a namorada do cunhado style deram um jeito de sair à francesa e dizer que mais tarde voltava. Acho que ela percebeu que tinha muita gente e o volume estava muito alto por metro quadrado.
O cunhado agora com teto sentado e os filhos fazendo a festa. Eles fazerem a festa eu acho absolutamente normal afinal, são crianças, mas o pai sò gritava e dizia algo que traduzindo seria "eu chego ai".
A Joaninha querendo toda hora ir no quarto apertar a barriga da Bebedocinha, a sogra mandando eu dar àgua com açùcar, o cunhado gritando com os filhos....
Eu sei que sei là que horas foi então que o meu sistema ficou nervoso. Pedi licença a todos, fui pro quarto, fechei a porta e não sabia mais o que fazer pois nos poucos dias de vida da Bebedocinha ela não havia ficado tão nervosa.
Derepente entra o marido:
-"você viu que o Pedrinho derrubou suco no sofà"
-"viu que a Joaninha comeu de boca aberta"
- "viu que o Zezinho não obedece quando o pai chama"
- "viu isso."..
-"viu aquilo".... "então, com a Bebedocinha eu não quero que seja assim... VIU"......
Sim, eu havia visto tudo e um pouco mais.
Sei que era 6 da tarde quando o marido volta ao quarto dizendo que todos haviam ido e deixado um "a bientot" (até bem breve), e eu torço para que não seja tão breve assim.
Depois do almoço de domingo foi preciso dois dias até tudo voltar ao volume normal.. e eu passo a entender cada dia mais os motivos de o marido ser tão distante dos pais.
sábado, outubro 11, 2008
Exibida?? Eu??? Imagina....
sábado, outubro 04, 2008
Coisas que ninguém conta




