terça-feira, dezembro 30, 2008
Fim de ano que num chega ao fim
sábado, dezembro 27, 2008
Foi assim - fim


Foi assim
Por volta de 9 da noite fica definido quem traz os peticos, quem traz entrada, eu faria o prato, quem faz sobremesa. Na tentativa de "facilitar" a vida sugeri um peixe. Aceito, mas não sem restrições. Mulher do casal de amigos 1 não come peixe X, casal de amigos 2 não come peixe Y. Solução, dois peixes. (Eita povo que cansa minha beleza viu). Dia 23, marido com preguiça sugere que façamos as compras no dia seguinte. NÃO, ficou doido???? Là vai eu, ele, Bebedocinha e mais 13.500 pessoas se degladiar no supermercado. Dia 24, marido amanhece com a garganta inflamada, corre pro médico, volta com 43 remédios diferentes e a recomendação de não chegar nem perto da Bebedocinha, que havia tomado sua segunda dose da vacina no dia anterior. Resumo didàtico: homi resmungando o dia inteiro "to doente", casa de pernas, braços, cabelo e pestanas pro ar, peixeSS para escamar e temperar, Bebedocinha com mais energia que pilha nova... so num sentei e chorei por falta de tempo para tal. As sete da noite, casa semi-arrumada (entenda com isso o mesmo que metade das bagunças jà escondidas), Bebedocinha tomada banho desde mais cedo, marido deitado sofrendo, peixeSS limpos, descansando no limão aguardando ser temperado, mesa posta e decorada (ficou tão linda!!!) e eu mais cansada que peão cortador de cana no fim do dia, no entando meu dia estava bem longe de chegar ao fim. As nove da noite marido limpo e perfumado continuava quase morrendo, Bebedocinha num dormiu nem com promessa (sim eu fiz), o carrinho cheio de espinhos e bichos diversos com dentes enormes, pois era sò coloca-la la e chorava que as làgrimas escorriam, peixeSS semi-cozidos apòs tanto tempo no limão, casa "arrumada" e eu... ah, deixa pra là. Na verdade eu continuava inutilmente a tentativa de que minha promessa pra Bebedocinha dormir pelo menos 20 minutinhos pudesse ser ouvida, ainda com esperanças de quem sabe poder tomar um banho.
- Casal de amigos 1 frescos pra comer;
- Casal de amigos 2 chatos pra comer;
- Amigo solteiro com religião que restringe determinados alimentos.
quinta-feira, dezembro 25, 2008
O dia seguinte
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Comemorações... mas não ainda de natal

sexta-feira, dezembro 19, 2008
Presentinho
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Eu confesso
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Para o natal
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Planejamento
Improvisando MUITO

Sol tem
sábado, dezembro 06, 2008
Ela se foi
sexta-feira, dezembro 05, 2008
So falta por no correio
terça-feira, dezembro 02, 2008
Cadê o shopping???
Sem neve

Pequena dica - UPDATE
sábado, novembro 29, 2008
Até que enfim
Essa semana tivemos vacinação. A nossa querida EX-pediatra não faz isso, então fomos na médica do marido.
Chegamos là e ela primeiro conversou bastante conosco, perguntou vàaaarias coisas a respeito do parto, questionou da amamentação, do soninho, do banho. Explicou quais as vacinas seriam tomadas, a quantidade de doses, que a Bebedocinha poderia ter reações, o motivo disso, conversou um pouquinho com ela, sò então pediu que tirasse a roupinha.
Mediu cabeça, olhou a pele, ouviu coração, examinou garganta, ouvido, nariz, tirou temperatura, mediu, pesou, fez testes de reflexo, enfim examinou ela INTEIRINHA (num preciso dizer que na visita de primeiro mês nada disso aconteceu). O tempo todo conversando com a Bebedocinha, toda cuidadosa e delicada ao pegà-la, virà-la, muito gentil e simpàtica.
Depois disso, falou que como cada paìs tem seus costumes e maneiras eu posso e devo continuar do mesmo jeito, pois o crescimento dela està òtimo.
Sò depois disso tudo que veio a parte que doi mais na mãe do que no bebê.
Uma agulhada, o grito. Outra agulhada, outro grito. E muitas làgrimas.

Um pai olhando de longe, a mãe segurando as perninhas, (pois as vacinas agora são dadas nas pernas – hum, você jà sabia disso hà muito tempo? que bom, eu não) e uma bebê começando a ser imunizada.
Essa foi a ùnica parte desagradàvel, apòs a médica dar milhares de informações antes mesmo que pedissemos, disse que poderia continuar cuidando e acompanhando a Bebedocinha todos os meses (coisa que eu também não sabia que era preciso – ah, você também sabia disso??? então coloca o seu manual no correio pra miml!!).
Fiquei muito feliz com toda a competência e cuidado dela ao lidar com a Bebedocinha, ainda bem que não teremos que fazer experiências até encontrar alguém ideal para cuidar dela!!
sábado, novembro 22, 2008
Então
quarta-feira, novembro 19, 2008
Blogagem Coletiva: bater em criança é covardia

terça-feira, novembro 18, 2008
Jovens condutores
- É tão bom pensar que por o carrinho dela quem dirige somos nos.
- Se é.
segunda-feira, novembro 17, 2008
sábado, novembro 15, 2008
Ela quer....
Outro dia desses eu precisei trocar ela dentro do carro. Super apertado, desconfortàvel e ela nem ai!!
+red.jpg)

segunda-feira, novembro 10, 2008
Em obras
sábado, novembro 08, 2008
E assim vamos....
quarta-feira, novembro 05, 2008
No pediatra
domingo, novembro 02, 2008
O tempo por aqui
Sem assunto

quarta-feira, outubro 29, 2008
Meme 3×4
Um pouquinho daqui
Eu criei esse blog com a intenção de registrar meu dia a dia, mas quero também registrar as diferenças, que não são poucas.
Aqui existe uma imensa variedade de arroz. Sim, japonês, chinês, tailandês, irlandês, ucraniano esses dois ultimos não, mas ilustra a quantidade. Existe também a subvariedade dentro de cada nacionalidade. Dai que pra encontrar um que seja “comivel” eu precisei de quase 1 ano.
Mas encontrei. Arroz tabajara maxi plus extra fino qualidade superior da embalagem verde claro (sim, pois se for o da embalagem verde médio num dà certo). Mas não pense que meus problemas se-acabaram-se, caso algo esteja fora do rumo vira angu.
É preciso que àgua, òleo, temperatura do fogo, tipo de panela, modo de colocar a tampa, pressão atmosférica, posição da lua, clima, humor da cozinhante e algumas otras cositas màs estejam devidemante bem conectadas, pois qualquer alteração no posicionamento planetário faz com que passe de arroz a angu num piscar de olhos.
terça-feira, outubro 28, 2008
Ajuda eu
quinta-feira, outubro 23, 2008
Como assim?
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Bebedocinha tem 1 mês de vida, eu preciso ou num preciso de terapia?
domingo, outubro 19, 2008
Comemorando
sábado, outubro 18, 2008
Como dizia a vizinha
Eu morava là no interior de Minas, então num preciso dizer é a diversidade de pessoas. Tinha uma vizinha que quando estava nervosa gritava aos quatro ventos que o sistema dela estava nervoso...... Eu rachava o bico de tanto rir... mas descobri o quanto tem lògica a expressão dela.
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Para compreender melhor:
Em relação a movimentos o màximo que ocorre com a Bebedocinha é um leve embalo afim de “relembrà-la” do tempo que vivia na barriga... nada de sacudir, balançar ou coisa do tipo.
Ela mama no peito. E sò. Nada de chàzinho nem aguinha. Nem mamadeira eu tenho....
Na primeira semana todos os barulhos emitidos foram em volume mais baixo, afinal ela vivia num casulo onde tudo chegava com moderação ou nem chegava.
Bebedocinha pode ser definida como uma pequena lady: resmunga quando està com fome e "chora" quando por acaso a fralda està suja, resumindo: a tranquilidade em pessoa.
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Outro dia desses, pouco depois que a Bebedocinha nasceu os meus sogros vieram almoçar aqui. Nosso contato é mìnimo, o relacionamento deles com o marido é bem restrito (pra não dizer inexistente).
Quando chegaram eu estava no quarto amamentando, assim que cheguei na sala tinha o sogro, a sogra, o cunhado agora com teto e seus três filhos, o cunhado style com a filha e a namorada dele com o filho dela. Eu juro que quase voltei correndo de volta pro quarto e tranquei a porta.
A sogra pegou a Bebedocinha e começou a chacoalhar. Ela fazia uma carinha que eu num vi a hora que falei: "a senhora num precisa sacudir ela não, ela é bem calminha".
A sogra vira e responde: "eu criei 5 filhos, 1 vizinho e 4 netos... estão todos vivos, não se preocupe".
Nisso os três filhos do cunhado (didaticamente chamados por mim de Zezinho, Pedrinho e Joaninha) em volta dela, conversando simultameamente. A Joaninha com três anos de idade, achando que a Bebedocinha era uma boneca, querendo apertar a barriga pra ela chorar.... e a sogra repetindo sem parar que era um bebê, que a levaria pra casa e jogaria a Joaninha no lixo ou daria pros ciganos. (Num preciso dizer o efeito que isso surtiu na menina).
A Bebedocinha num demorou nada a começar a chorar num volume até então desconhecido por mim. A sogra me entrega e fala: da uma mamadeira de àgua com açùcar que ela acalma.
Peguei, dei mama, troquei a fralda, dei mama de novo, troquei a fralda de novo, dei banho e nada da Bebedocinha acalmar... ela chorava e chorava e chorava....
No meio desse tempo, a namorada do cunhado style deram um jeito de sair à francesa e dizer que mais tarde voltava. Acho que ela percebeu que tinha muita gente e o volume estava muito alto por metro quadrado.
O cunhado agora com teto sentado e os filhos fazendo a festa. Eles fazerem a festa eu acho absolutamente normal afinal, são crianças, mas o pai sò gritava e dizia algo que traduzindo seria "eu chego ai".
A Joaninha querendo toda hora ir no quarto apertar a barriga da Bebedocinha, a sogra mandando eu dar àgua com açùcar, o cunhado gritando com os filhos....
Eu sei que sei là que horas foi então que o meu sistema ficou nervoso. Pedi licença a todos, fui pro quarto, fechei a porta e não sabia mais o que fazer pois nos poucos dias de vida da Bebedocinha ela não havia ficado tão nervosa.
Derepente entra o marido:
-"você viu que o Pedrinho derrubou suco no sofà"
-"viu que a Joaninha comeu de boca aberta"
- "viu que o Zezinho não obedece quando o pai chama"
- "viu isso."..
-"viu aquilo".... "então, com a Bebedocinha eu não quero que seja assim... VIU"......
Sim, eu havia visto tudo e um pouco mais.
Sei que era 6 da tarde quando o marido volta ao quarto dizendo que todos haviam ido e deixado um "a bientot" (até bem breve), e eu torço para que não seja tão breve assim.
Depois do almoço de domingo foi preciso dois dias até tudo voltar ao volume normal.. e eu passo a entender cada dia mais os motivos de o marido ser tão distante dos pais.